A convivência é justa e precisa. Quem convive, aprende a ter paciência, acostuma-se e entende o porquê do não e do sim. Respeita o tempo certo e se torna sábio convivendo na humildade. Age com o coração não buscando uma retribuição. Entrega-se inteiramente ao bem, sem saber ao certo o que encontrará num próximo momento. Apesar de não saber exatamente o que o surpreenderá, acredita numa grande recompensa... Não num futuro distante, mas num momento próximo.
A paz da convivência, e o amor entre as pessoas, se aprendem com o tempo; com a paciência que se é adquirida. Somente com a convivência é que se comprova. Conviva e verá!

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